WSL: “Plataforma perfeita!” para os Jogos Olímpicos

A onda artificial de Kelly Slater agora é uma das etapas do World Surf League Championship Tour em 2018. Foto: WSL.

“Plataforma perfeita!” Graham Stapelberg, diretor da entidade, está empolgado com a nova tecnologia de ondas artificiais e disse que a superfície abre chances para locais sem ondas em Jogos Olímpicos.

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Diretor internacional da WSL, o americano Graham Stapelberg está empolgado com a nova tecnologia de ondas artificiais. Na última semana, a entidade confirmou a piscina de ondas de Kelly Slater como parte do Circuito Mundial em 2018, e para Stapelberg, o novo cenário abre possibilidades para as Olimpíadas e também para o surf em locais onde nem sequer elas existam.

“Quando for a hora certa e a tecnologia estiver alinhada com as expectativas, acredito que possamos construir piscinas onde não há praia ou condições ideais para a prática do surf em futuros Jogos Olímpicos. O mercado das piscinas de ondas artificiais é grande, ainda estamos avaliando qual a melhor tecnologia. Acreditamos que a nossa tecnologia é a plataforma perfeita para eventos futuros e no formato das Olimpíadas. Estamos trabalhando também em busca deste objetivo”, falou Graham Stapelberg.

O projeto, desenvolvido em segredo por uma década pelo surfista americano através da empresa Kelly Slater Wave Company (KSWC), foi lançado oficialmente em dezembro de 2015 e impressiona pela perfeição da onda, com a formação de tubos e possibilidade de execução de diversas manobras. Durante meses, Kelly convidou os principais surfistas do mundo para testar a superfície. E, recentemente, em setembro, Gabriel Medina ganhou o primeiro torneio no local.

Filipe Toledo
Silvana Lima.

“O teste no Surf Ranch foi um sucesso absoluto. Todo mundo, incluindo os atletas, ficaram muito contentes, com sorrisos largos no rosto, pois eles sabiam que estavam vivendo um momento histórico  no surf. Foi a primeira vez que chegamos em um formato de competição, com pontos para avaliação dos juízes, então você tinha como comparar cada onda”,  finalizou Stapelberg.

Adriano, Medina, Filipe e Silvana, brasileiro durante o Future Classic.. Foto: WSL.
Adriano, Medina, Filipe e Silvana, brasileiro durante o Future Classic.. Foto: WSL
Gabriel Medina durante o Future Classic, competição especial na piscina de ondas de Slater, onde foi campeão. Foto Rowland/WSL.

Por globoesporte.globo.com