Revista Trip examina efeito que as ondas feitas pelo homem terão sobre o esporte

Foto: Richard Johnson / Red Bull Content Pool

Por Pedro Carvalho

Trip examina o impacto que as ondas feitas pelo homem – como a criada por Kelly Slater na Califórnia e recém-incluída no circuito mundial de surf de 2018 – terão sobre o futuro do esporte

Allentown, Pensilvânia, 1985. Os melhores surfistas do mundo topam participar de uma competição em uma piscina de ondas, dentro de um parque aquático da cidade. Nas arquibancadas construídas à beira d’água, uma plateia sem intimidade alguma com o assunto via os atletas se esforçarem para manobrar em marolas irregulares e disformes, que quebravam na altura de suas cinturas. A revista Surfer tratou com fina acidez aquilo que talvez tenha sido o ponto mais baixo da história do surf competitivo: “No final da tarde de domingo, todos queriam surfar. Ondas de verdade”.

Um tom bem diferente seria usado pela mesma Surfer em um texto publicado em novembro passado, anunciando que, em 2018, outra piscina será palco de uma etapa do campeonato mundial de surf. “A nova – e mais atraente – parada do Tour: a piscina de ondas de Kelly Slater, em Lemoore, Califórnia”, dizia a notícia.

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Fonte revistatrip.uol.com.br