Fazendo as malas para a Volta à Ilha

O que é indispensável levar para a corrida de revezamento de 140 km em torno da Ilha de Santa Catarina, a querida Floripa – Fotos: Arquivo Pessoal/Mayra Lopes e Diogo Freitas

“Casal que corre junto, permanece junto”. Esse é o lema de Diego Farias, 32, e Mayra Lopes, 30, que viajam de São Paulo para Florianópolis neste fim de semana para participar do 23º Revezamento Volta à Ilha. Eles enfrentarão 140 km divididos em 18 trechos com os mais distintos níveis, tipos de solo e altimetria, passando por praias de areia fofa, trilhas na mata, asfalto, estradas de terra, morros e dunas. Um desafio e tanto que toparam encarar junto de mais seis amigos também apaixonados pelo esporte.

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A equipe do casal, batizada de Omnia, vai para Floripa com o objetivo de completar a prova sem sofrimento, não para competir. “Pouca ‘sofrência’ e muita diversão! É o que eu espero da Volta à Ilha”, fala Mayra. “A gente fica imaginando Floripa com aquele cenário lindo, praias maravilhosas, estamos ansiosos para nos divertir muito por lá com nossos amigos”, completa Diego.

Mas a brincadeira é séria. Além de uma certa experiência em corridas do gênero, a Volta à Ilha demanda técnica e preparação. Parte da organização pré-prova das equipes é a seleção correta dos itens indispensáveis “para não passar perrengue”, alerta Mayra. Para ajudar os atletas de primeira viagem, a dupla abriu suas malas:

Mayra Lopes – vai correr dois trechos de nível moderado, na praia, e muito difícil, com praia, trilha e asfalto.

– Calça legging – Mayra prefere usar calça para evitar picadas de inseto e arranhões para os trechos de trilha.

– Três camisetas leves (poliéster ou poliamida) – Uma camiseta para cada trecho e mais uma para ficar seca depois, contando com a camiseta que vem junto com o kit.

– Dois pares de tênis – Um com carras, para correr um trecho de terra e areia, e um com bom amortecimento para pisos duros (asfalto e pedra).

– Par de meias extra – Caso molhe o pé, para evitar desconforto e bolhas.

– Frequencímetro e fita


Mala de viagem da Mayra Lopes – Foto: Arquivo Pessoal

Diego Farias – vai correr o trecho mais difícil da prova, o Morro do Sertão, e mais um de nível moderado, com praia e asfalto.

– Dois Shorts – Para troca entre trechos e manter-se seco.

– Dois pares de tênis – Asfalto e trilha.

– Dois pares de meia – Diego sofre com bolhas, por isso prefere as meias tipo compressport, ou de compressão.

– Três camisetas – Aém da camiseta do kit, que pegará quando chegar a Florianópolis, mais duas para manter-se seco.

– Chinelo –  Para ventilar o pé entre um trecho e outro.

– Boné/Viseira –  Cabeça respira e protege do sol.

– Camelback –  Mochila de hidratação com água ou isotônico.

– Relógio


Mala de viagem da Diego Freitas- Foto: Arquivo Pessoal

Para a equipe toda:

– Protetor solar

– Repelente

– Bananas/Frutas

– Isotônico/refrigerante

– Suplemento para recuperação muscular

– Água/Gelo

– Spray de canfora

– Anti-inflamatório

– Gelzinho

– Documentos de identidade

– Bolsa de gelo

– Vitaminas

– Alfinetes para número de peito

Lembre-se! Nunca use nada recentemente adquirido no dia da prova. Especialmente tênis! Pode ser um verdadeiro tiro no pé!

O que fazer um dia antes da prova

– Buscar o kit

– Compras no mercado

– Organização dos lanches e itens de apoio

– Reunião final, se possível com todos os corredores.

– Dividir funções: colar os adesivos que a organização da prova disponibiliza para identificação dos carros de apoio, abastecer os carros com os itens da equipe e mochilas dos corredores.

– Lembre-se de carregar os equipamentos eletrônicos que utilizará na prova

– Programe o melhor horário para acordar, organizar tudo com a equipe e chegar ao local da prova com tranquilidade.

– Reserve uma hora para organizar os seus pertences com tranquilidade para não esquecer nenhum item.

– Programe bem o despertador para não perder o horário da prova.

Retirada de Kits

A entrega do Kit será feita nos dias 05/04 das 14h as 19h e 06/04 das 10h as 21h no Hotel Majestic Palace Hotel.

Endereço: Avenida Beira Mar Norte, 2746 – Centro de Florianópolis.

A retirada do kit deverá ser feita preferencialmente pelo Coordenador da Equipe. Na impossibilidade de comparecimento do Coordenador da Equipe, qualquer membro da Equipe está autorizado a retirar o Kit. O atleta designado deverá trazer: seu próprio documento, autorização (modelo padrão no site:http://ecofloripa.com.br/images/arquivosvoltailha/autorizacao_retirada_kit_voltailha2018.pdf

Sobre o Revezamento Volta à Ilha:

Idealizada no ano de 1996 pela Eco Floripa, a Volta à Ilha se caracteriza por ser uma prova de revezamento que desafia as equipes a dar uma volta completa correndo na Ilha de Santa Catarina, capital do Estado. A prova é dividida em 18 trechos que desafiam os atletas em 140 km de praias, asfalto, dunas e trilhas. As equipes são formadas por dois, oito ou até doze atletas e competem em 9 categorias: Duplas, Aberta, Aberta Mista, Feminina, Veteranas 40, 50, 60 anos, Veterana mista e Participação.

Além da participação no asfalto, dunas, trilhas e praias, o sucesso no Revezamento Volta à Ilha requer também um grande trabalho em equipe. Ainda, a prova conta com o acolhedor público da capital catarinense, que vai aos principais pontos da corrida para incentivar os competidores. Todos esses elementos fazem do Revezamento Volta à Ilha a principal competição do gênero na América Latina.

O evento que começou com dezenas de atletas hoje recebe aproximadamente 4.000 atletas de 14 estados brasileiros e do Mundo. Em 2015, o Revezamento Volta à Ilha completou seu 20º aniversário, consolidando-se no cenário nacional e internacional e agora, para sua 23ª edição a expectativa e ansiedade dos atletas permanece a mesma. A prova se consagrou pela qualidade e pelo profissionalismo da Eco Floripa, que a cada ano se responsabiliza por realizar um evento cada vez melhor e inesquecível.

23º Revezamento Volta à Ilha:

Com 140 km a prova é dividida em 18 trechos com os mais distintos níveis, tipos de solo e altimetria, passando por praias, trilhas, asfalto, morros e dunas. Como sempre, a divisão das equipes de acordo com as aptidões de cada atleta é fundamental para o sucesso na competição. Confira abaixo.

01 – Saída – Av. Beira Mar Norte (Trapiche) – 7,2 km – Fácil

02 – Bairro João Paulo – Praça Dr. Fausto L.S. Brasil – 4 km – Fácil

03 – Rod. SC 401 – Office Park – 8,3 km – Difícil

04 – Santo Antônio da Lisboa (Praça) – Travessia de barco – 8,0 km – Moderado

05 – Praia da Daniela – 5,1 km – Moderado

06 – Jurerê Tradicional (fim da praia) – 5,3 km – Moderado

07 – Cachoeira do Bom Jesus – Rua Otacílio Costa – 10,4 km – Muito, muito difícil

08 – Praia Brava – Rua Ari Kardec B. Melo – 5,2 km – Difícil

09 – Praia dos Ingleses – Praia, final da R. Dante de Patta – 4,7 km – Fácil

10 – Praia do Santinho – Posto Guarda-vidas – 8,4km – Muito difícil

11 – Praia do Moçambique – 5,7 km – Muito difícil

12 – Barra da Lagoa – Cidade da Barra – 8,1 km – Muito difícil

13 – Praia da Joaquina – Posto Guarda-vidas- 4,9 km – Muito difícil

14 – Praia do Novo Campeche – 7,7 – Muito difícil

15 – Praia da Armação (perto da Lagoa do Peri) – 9,3 km – Difícil

16 – Praia dos Açores / Morro do Sertão – 16,4 km – O mais difícil

17 – Tapera – Fazenda da Ressacada – 15,2 km  – Difícil

18 – Via Expressa Sul – Saco dos Limões (Ciclovia) – 6,1 km – Fácil

Chegada – Av. Beira-mar Norte (Trapiche)

Informações para imprensa
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