Brasil é medalha de ouro no Mundial de Surfe Adaptado

O Brasil fez bonito e conquistou a medalha de ouro no Mundial de Surfe Adaptado encerrado neste fim de semana em San Diego, nos EUA. A equipe brasileira somou 5.598 pontos para superar os americanos, prata com 5.109, e os chilenos, bronze com 3.912

Além do título coletivo, o Brasil ainda levou o ouro em duas categorias, com Fellipe Lima e Davi Teixeira, o Davizinho Radical, garoto que já encantou os brasileiros que disputam o WCT.

Publicidade

Na AS-3 Upright, para surfistas que pegam as ondas sentados, Fellipe Lima repetiu 2015 e se sagrou bicampeão mundial.

“Significa muito para mim vencer dois títulos seguidos para o Brasil”, comemorou Davi.

Na AS-5 Assist, para surfistas que precisam de ajuda para entrar nas ondas, Davi Teixeira, o Davizinho, que havia sido prata no ano passado, superou o americano Jesse Billauer para subir ao lugar mais alto do pódio. Com apenas 11 anos, Davizinho encantou Gabriel Medina quando os dois se conheceram e virou amigo de diversos integrantes da ‘Brazilian Storm’, que comemoraram a conquista nas redes sociais.

Davizinho sofre de síndrome da banda amniótica, uma má formação nos braços e pernas.

“Ser coroado campeão mundial era o sonho da minha vida, e ele finalmente se realizou. Eu sabia que esse dia iria chegar!”, vibrou Davizinho.

O Brasil ainda conquistou o bronze na AS2 Stand/Kneel, para atletas que surfam de pé ou ajoelhados, com Henrique Saraiva, e a prata na Visually Impaired, para atletas com deficiência visual, com Elias Figue Diel.

Por ISA