Fugindo do Stress
Por Léo Maroja
 

  Léo Maroja curtindo a vibe do pico, Mosqueiro- PA.
   
 

 - Sexta feira, 13 de novembro de 2009.

Dia quente e estressante na capital paraense, e com diversos problemas pendentes e sem solução imediata, resolvi dar um basta nessa situação, desligando o celular para não mais atender quem quer se fosse, e me dirigi a adorável ilha do Mosqueiro, para tentar descer algumas ondas doces, que pudessem adoçar minha tarde de sexta feira 13.

Peguei minha parceira, 'a jurema' (minha prancha), e fomos ao encontro das doces ondas do Marahú.

No caminho fui rezando para DEUS, Nossa Senhora da Conceição e Netuno, para que a viajem não fosse em vão.

Fui atendido, muito bem atendido por sinal, pois, "Eles", me ajudaram a elidir o peso em meus ombros, proporcionando a mim, e aos que lá estavam presentes, ondas de até 6 pés clássico.

Confesso que jamais imaginei ser tão bem atendido, pois, as doces ondas bombaram tanto na enchente quanto na vazante, proporcionando boas horas de um delicioso surf, e um reencontro com alguns dinossauros do surf paraense, dentre eles estavam: Salim Haber, Márcio Vahia, e alguns outros.

Terminada a  sessão de surf, não senti mais o peso da resposabilidade profissional em meus ombros, e concluí  realmente que "não há nada que um bom dia de surf não cure".

'Nem sempre uma sexta 13, corresponde ao que se pensa' -

 

 

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